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14/09/2017 - Saúde participa de reunião com o governo sobre retomada da economia
Fonte: CMB - Lenir Camimura
 
Erro ao carregar imagem A CMB participou, nessa terça-feira (12), da reunião de trabalho entre a indústria, centrais sindicais e o governo federal, para debater propostas com o objetivo de alavancar a economia e a geração de emprego. Durante o encontro, capitaneado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), foi entregue ao presidente Michel Temer um documento com as propostas do setor, como a retomada de crédito, das obras públicas paralisadas, a revisão das normas do seguro-desemprego, a desburocratização, a recuperação de passivos fiscais, a renovação de veículos e máquinas e o entendimento sobre a cadeia de petróleo e gás.

Para o presidente da CMB, Edson Rogatti, a participação da Saúde no evento favoreceu o networking e registrou a preocupação do segmento com o desenvolvimento nacional. "Foi muito importante nossa participação, principalmente para fortalecer o contato com alguns órgãos e parceiros, como o BNDES e o Ministério do Planejamento, com quem agendamos uma reunião para discutir a regulamentação do Pró-Santas Casas. Além disso, o apoio da FIESP à Saúde e nossa participação na discussão da geração de emprego são importantes para o fortalecimento do setor", afirmou.

A proposta entregue ao Presidente da República apresentou medidas de curto, médio e longo prazo, segundo o presidente da FIESP, Paulo Scaff. Em seu discurso, Scaff ressaltou que a reunão pretendia registrar os pontos congruentes entre a indústria e o governo, elencando pontos prioritários para ajudar a economia e a geração de empregos.

Representando o setor Saúde, o presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Dr. Francisco Balestrin, lembrou que o setor privado é relevante para a economia do País e para o atendimento da população. Ele mostrou que a cadeia produtiva da saúde envolve, além da indústria, os prestadores de serviços, abarcando quase quatro milhões de trabalhadores, tendo sido, inclusive, o único setor a ter mantido seus índices de taxa de emprego positivos e crescentes durante a crise, registrando cerca de 170 mil contratações nesse período. "Nós mantemos unidos todos os demais setores, pois ninguém faz nada sem saúde", declarou.

Balestrin enfatizou, ainda, a participação dos hospitais privados na Saúde pública, reforçando a necessidade da retomada de crédito, especialmente em linhas de financiamento do BNDES, como o recém-aprovado Pró-Santas Casas, favorecendo os hospitais. "A sanção do Pró-Santas Casas é muito importante, pois as Santas Casas sustentam a saúde pública e não podem ser desconsideradas", afirmou, ressaltando que o setor Saúde também aguarda pela primavera econômica. "A economia precisa de sangue na veia: empregos", concluiu.

Além da CMB e Anahp, também estavam presentes representantes de Santas Casas, da Confederação Nacional de Saúde (CNS), da Federação Brasileira de Hospitais (FBH), da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Instituto Coalizão e Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (Abimed), entre outros.

Governo

Depois das considerações da indústria e centrais sindicais, os ministros da Fazenda, Planejamento, Transportes, Portos e Aviação Civil, e Trabalho, além dos presidentes do BNDES e do Banco do Brasil apresentaram dados positivos, apontando que a economia já está apresentando índices de retorno ao crescimento. Segundo dados do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, no segundo trimestre do ano, a economia brasileira avançou 0,2%, acima do esperado e diante de um crescimento surpreendente do consumo das famílias. Para o próximo ano, Meirelles estima um ritmo de crescimento igual ou superior a 3%.

Para o Presidente da República Michel Temer, a redução da inflação e da queda de juros, aumento da produção industrial, saldo positivo na geração de empregos e safra agrícola histórica, entre outros índices motivam a tendência de alta da Bolsa de Valores de São Paulo. "E mais do que a pujança da economia, o otimismo, a confiança, a segurança, a tranquilidade para saber que o Brasil está crescendo", afirmou.

Na comparação com o ano passado, o País viu a inflação desabar de 9,28% para 2,46%. A taxa de juros Selic estava em 14,25%; agora chegou a 8,25%. Produção industrial, em especial a de veículos, registra aumento, assim como o saldo da balança comercial, as vendas de produtos brasileiros para o exterior e a safra agrícola, que deverá produzir novo recorde. "Vamos trabalhar. Seguir a agenda de cada setor cada um fazer o seu papel, para alcançarmos um bom resultado", reforçou Temer.

*Com informações do Portal do Planalto

   
 
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